17 setembro, 2010

Século XXI (?)

Mesmo que pareça covardia, medo de encarar a realidade "como ela é", não é. Mesmo que pareça indecisão, vontade de tomar o mundo inteiro na mão, invão. Não é. Parecer é tão perigoso que as vezes faz com que a gente mesmo acredite no que os outros nos fazem parecer que é, e pra gente não. Não é.
Isso acontece tão naturalmente que através de décadas, séculos, milênios as pessoas vêm fazendo as coisas da mesma forma e seguindo as mesmas regras de maneira tão natural que elas definitivamente nem se dão mais conta. Não usar nem 1/4 da nossa capacidade de raciocínio é comum. É o normal.
Quantas pessoas, ainda, virão (ou irão, pelas costas) me atirar pedras quando eu "não dançar de acordo com a música" e - mesmo assim - me sentindo tão bem a ponto do meu corpo não parar de dançar? Será que vão atirar as pedras ou simplesmente vão ser - de outra forma - indiferentes? (Falo da indiferença em si. Que não passa de tolerância: ignorante e burra.)
Bom, a verdade é pesada, portanto, não continue se você é apenas mais um(a) tolerantezinho(a): Não importa em quantas faces a nossa cara seja dividida, ela não vai deixar de ser só uma cara enquanto nós não nos permitirmos, de fato, sermos diferenciados racionalmente do resto dos animais. E, só pra ter noçao da nossa ignorância, a liçao primária é: Respeite-os. Respeite os animais, a natureza e todo o ecossistema. Coopere.
Agora me diz se é ou não é óbvio que os nossos passos rumo a verdade ainda se parecem mais com os de uma tartaruga - quando muito -, senão, com os de caranguejos agitados?
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Anexo.

Todo mundo comenta, todo mundo olha, todo mundo pensa que sabe... As pessoas, no fundo, não resistem às próprias tentações e, porém, no entanto, vivem espalhando por aí que não as têm. E odeia o fato delas existirem. Quase a ignoram, realmente.

Pra que tanta hipocrisia? Ah, se as pessoas admitissem, se o mundo inteiro admitisse que vive, as vezes involuntariamente - porque viver é assim, é detalhista e exige realmente mais açao do que preocupaçao as vezes.- Mesmo assim. Somos todos machistas orgulhosos: Homens e Mulheres.

Não ter, naturalmente, vergonha do que quer que seja, do que quer que pareça, não é fraqueza, é muita coragem e ousadia!

O viver... O amar a vida... Por si só se explica, implica em se entregar mesmo que seja só em teoria, a você mesma com os outros ou aos outros, simplesmente, só pra ver se entende, pra ver se existe mesmo... Só pra ver. E por que não pra
sentir também?

Peça e ceda um olhar, um abraço, o cheiro de um perfume que ficou ou que possa ficar, um trecho de uma música que tocou ou possa tocar, ofereça justamente aquilo que você tem ou já teve, de mais simples e especial.

Não adianta: Medir, controlar, burlar as manifestaçoes do amor? De nada servirão os esforços em prol da saúde fisíca se não cuidarmos dos músculos faciais que precisam exercitar mais do que Um Sorriso Nos Lábios, mas A Flexibilidade da Alma.

  Amar É, sem tirar e nem pôr, e qualquer hipocrisia será usada contra nós mesmos no final.

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