Eu não sei o que retrata melhor... O próprio retrato, a palavra, uma filmagem mesmo que mal feita?
Alguns macanismos de comunicação acabam sendo, de fato, mais ageis e até mais fáceis para se atingir o alvo. Porem, isso vai depender muito do que trata... Do que se quer tratar.
O que eu gostaria de tratar hoje poderia muito bem ser tratado através de qualquer um dos meios aí disponíveis... No entanto, o sentimento que eu gostaria de dividir, transmitir através desse assunto talvez exigisse o uso de todos e eles e uma boa dose de talento.
Por uns 6 meses do ano passado eu experimentei uma das minhas dores mais insanas. Insana pq realmente me deixou louca, desorientada, com os pés na cabeça e a cabeça e o corpo onde deveriam estar meus pés. Durante os outros meses até o dia de hoje, - o que completa um circulo de um ano, um mês e alguns dias - eu consegui recuperar muitas coisas. Principalmente as quais dependiam apenas de mim. Não só recuperei como construí e modifiquei. Ganhei muito. Muito!
Me faltava só a paz de estar em paz com toda aquela insanidade. E é dessa paz que eu vim falar. Uma das sensações, um dos reencontros mais intensos com ela... Com a minha própria paz.
Numa tarde tediosa, cansada do dia anterior... Sem nenhuma expectativa de algum acontecimento extraordinário. E é mesmo nesse momento em que não esperamos nada que as coisas costumam acontecer. Vai entender.
Me bastou uma dúzia de palavras... Um pouco mais, um pouco menos, talvez. Sei que foram poucas, muito poucas. Foi, sem dúvida, uma frase. Uma frase capaz de mudar completamente o rumo que eu imaginava para toda aquela história de tristeza e dor insanas.
Muito obrigada. Muito obrigada, C. Não só pela primeira frase... Mas por todas aquelas horas de conversa sadia, descontraída e que me faziam tanta, tanta falta!
Alguns macanismos de comunicação acabam sendo, de fato, mais ageis e até mais fáceis para se atingir o alvo. Porem, isso vai depender muito do que trata... Do que se quer tratar.
O que eu gostaria de tratar hoje poderia muito bem ser tratado através de qualquer um dos meios aí disponíveis... No entanto, o sentimento que eu gostaria de dividir, transmitir através desse assunto talvez exigisse o uso de todos e eles e uma boa dose de talento.
Por uns 6 meses do ano passado eu experimentei uma das minhas dores mais insanas. Insana pq realmente me deixou louca, desorientada, com os pés na cabeça e a cabeça e o corpo onde deveriam estar meus pés. Durante os outros meses até o dia de hoje, - o que completa um circulo de um ano, um mês e alguns dias - eu consegui recuperar muitas coisas. Principalmente as quais dependiam apenas de mim. Não só recuperei como construí e modifiquei. Ganhei muito. Muito!
Me faltava só a paz de estar em paz com toda aquela insanidade. E é dessa paz que eu vim falar. Uma das sensações, um dos reencontros mais intensos com ela... Com a minha própria paz.
Numa tarde tediosa, cansada do dia anterior... Sem nenhuma expectativa de algum acontecimento extraordinário. E é mesmo nesse momento em que não esperamos nada que as coisas costumam acontecer. Vai entender.
Me bastou uma dúzia de palavras... Um pouco mais, um pouco menos, talvez. Sei que foram poucas, muito poucas. Foi, sem dúvida, uma frase. Uma frase capaz de mudar completamente o rumo que eu imaginava para toda aquela história de tristeza e dor insanas.
Muito obrigada. Muito obrigada, C. Não só pela primeira frase... Mas por todas aquelas horas de conversa sadia, descontraída e que me faziam tanta, tanta falta!
"O amor nunca morre..." (A.D)
PS.: Post feito sem correção, sem revisão e muito corrido. Não posso perder a final do Campeonato Mineiro. Não posso. Mas também não poderia deixar pra postar depois. Enfim.
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