Descobri porque ontem (e hora nenhuma desde que o acontecido sucedeu-se) eu não consegui ser tão intensa e, assim, transmitir e dividir realmente aqueles sentimentos. Ou aquele. Aquela paz. Aquela alegria. Ou aquela felicidade? Enfim. Não foi por pressa ou desleixo. Oba!
Carpinejar, pra variar, me situou: "Difícil explicar uma alegria. É fácil explicar uma tristeza. Uma alegria é descoberta. Tristeza é invenção."
E, com isso, acabei fazendo uma simples deduçao: Não tenho escrito porque não tenho sentido. Nem alegria, nem tristeza. Qualquer coisa não tem me servido muito.
Um dia ainda aprendo a inventar mais as tristezas a ponto de dar a elas a intensidade - quando elas nao a tiverem por si só - que busco destilar em meus textos. Quem sabe até consigo desdizer Carpinejar e, ao (re)descobrir as alegrias, me embarco numa aventura de imaginação e criação e dou a elas também.. Tudo o que elas precisam pra me satisfazer literariamente falando.
Talvez eu ja até tenha o feito. Em outras fases. Em outras épocas. Ando um tanto quanto vazia mesmo. Aff.
Carpinejar, pra variar, me situou: "Difícil explicar uma alegria. É fácil explicar uma tristeza. Uma alegria é descoberta. Tristeza é invenção."
E, com isso, acabei fazendo uma simples deduçao: Não tenho escrito porque não tenho sentido. Nem alegria, nem tristeza. Qualquer coisa não tem me servido muito.
Um dia ainda aprendo a inventar mais as tristezas a ponto de dar a elas a intensidade - quando elas nao a tiverem por si só - que busco destilar em meus textos. Quem sabe até consigo desdizer Carpinejar e, ao (re)descobrir as alegrias, me embarco numa aventura de imaginação e criação e dou a elas também.. Tudo o que elas precisam pra me satisfazer literariamente falando.
Talvez eu ja até tenha o feito. Em outras fases. Em outras épocas. Ando um tanto quanto vazia mesmo. Aff.
"Tentar ficar mais à vontade do que se pode é afetação." @carpinejar
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