Nem sempre a gente tem certeza, inclusive, na maioria das vezes, talvez a gente não tenha. Nenhuma. Mesmo quando a gente acredita que tem, no fundo, a gente talvez forje essas certezas para que não padeça num limbo de incertezas infinitas.
Aquele papo batido sobre a nossa pequeneza, a grandeza das coisas e de todo o universo que nos rodeia, é batida porque é real mesmo. A gente é incapaz de ter certezas absolutas com as migalhas que temos nas mãos.
A única certeza é de que estamos vivos, sabe-se-lá-como. Temos certeza também de que vamos morrer, sabe-se lá quando... Mas, dessas duas certezas, fazemos pouco ou muito proveito?!
Acredito que a gente busque fazer o melhor. Eu vivi muito, de formas muito questionáveis. Mesmo assim, vivi bem intensamente. E, de fato, sou muito privilegiada porque eu vivi praticamente tudo o que eu desejei até hoje.
Podemos dizer que eu seja uma pessoa humilde? Talvez. Apesar de nunca ter saído do país, eu já conheci muitos lugares dentro dele. Apesar de nunca ter morado em muitos bairros, eu vivi muitas coisas, em muitos deles.
Eu conheci pessoas tão, tão fantásticas ao longo da minha vida que, de verdade, muitas vezes eu já me senti uma pessoa grandemente iluminada simplesmente por isso. Um perigo, mas ao mesmo tempo uma delícia. E eu sempre adorei essa mistura.
E, bom, por mais que várias certezas tenham sido colocadas ao longo desse texto, eu posso facilmente mudar de ideia sobre muitas delas e, bom, outras eu posso esquecer.
Então, ficam a certeza e a alegria mais urgentes:
23 janeiro, 2025
in.Certezas
EU TÔ VIVA
E
GRATA POR VIVER!
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