Eu não sei o que você vai pensar disso, mas eu não só acredito como sinto, cada vez mais, o quanto a gente é pura energia. E quanto mais café, mais energia! hahahaha
Brincadeiras a parte, quanto mais a gente se sente bem com a gente mesmo, com as nossas escolhas (mesmo que não todas), mais a gente sente uma energia boa indo e vindo. Parece que a gente começa realmente a atrair coisas mais positivas.
Hoje eu acordei com uma energia estranhamente positiva. A minha vontade é de abraçar o mundo, realizar todos os meus projetos, dizer pra todas as pessoas o quanto eu as amo. E, incrivelmente, começo até a lembrar de bons sentimentos antigos que tinha esquecido, alguns ruins e que poderiam ter sido bons...
A mágica da vida tem acontecido desde que eu escolhi me escolher. E não essas escolhas egoístas, onde escolhemos realizar os nossos desejos e pronto. Não. Foi uma escolha quase altruísta, quase que por alguém que eu não conhecia.
Eu tive, antes de começar a ter esse reencontro comigo, que abrir mão de uma eu que eu ainda era muito apegada, que eu ainda não via os defeitos, as falhas, e que, principalmente, eu tinha muito, muito medo de encarar as fragilidades, os medos...
Escolher, conscientemente, a gente mesma, as vezes é uma escolha que envolve tanta dor, tanta concessão, tanta decepção. Nos decepcionamos demais com a gente mesmo até entender o porque insistimos em fazer isso. E, por incrível que pareça, a mágica acaba acontecendo.
De alguma forma, vamos conseguindo abraçar os nossos monstros e olhar pra eles com menos medo e mais coragem. De repente, aquele monstrão que a gente via (e se tornava as vzs), começa a nos abraçar de volta e a gente entende que todos os nossos lados, no final, só precisam que a gente consiga aceitá-los pra gente poder realmente cuidar deles.
Ou seja, cuidar da gente não é nenhuma mágica, mas com certeza produz um milhão delas na nossa vida. E é só o que eu pretendo continuar fazendo por aqui, sem nenhuma pretensão em me tornar nenhuma mágica.
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